Teremos novidades nos próximos dias. Cara nova e mais acessibilidade ao projeto são algumas delas! Pra adiantar um pouco do quem vem por aí, o Tayran Muniz fez esta montagem pra galera! Desfrutem! Abraço e até muito breve!!!
Pra falar de coisas boas, positivas e satisfatórias. Evitar
polêmicas e discussões que, por aqui, nada resolvem, nesta publicação daremos
destaque pra algo de bom que a temporada da tainha em Santa Catarina nos
possibilita. A obrigação de levantar o traseiro e procurar opções de boas ondas
em picos diferentes do quintal de casa.
Costumo ser “preguiçoso” na busca de ondas aqui na Ilha.
Tenho as minhas preferências, ondas que dediquei bastante tempo e que por este
motivo conheço e aproveito melhor. Mas, essa p..., opa, desculpas, sem
polêmicas...mas, a temporada de pesca da tainha limita bastante o tempo de
diversão aqui na frente de casa e pra escapar do cerco dos pescadores, só
correndo atrás de outros picos.
Por este motivo, na última semana peguei ondas em bancadas
que quase nunca vou. Foi bom pra caramba! Acabei nos lugares mais convencionais
do leste e sul da Ilha, entre eles a praia da Joaquina e o Morro das Pedras, pra
citar os mais conhecidos.
Pegar ondas
diferentes do habitual exige um pouco mais de concentração pra decifrar e
entender as linhas que a parede oferece, isso ajuda a evoluir. Ainda mais
quando quem tá junto tem toda a base. Um obrigado aos amigos!
O vídeo desta publicação foi gravado
pelo Bruno Bragança, com uma máquina amadora mesmo, num dia irado no Morro das
Pedras, sul da Ilha de Santa Catarina junto dos amigos Dyogo Pegado, Luciano
Souza, Rodrigo Rocha, Rafaela Cardoso, Nalu Rocha e Daiane Kessler.
Segunda feira, ouvi por aí que alguém, alguma vez, disse ou escreveu ironicamente que este era o dia internacional do surf. Este (ou esta!) cara devia estar puto. Provavelmente porque tinha altas ondas, porém o trampo era obrigação.
Normal, acontece sempre, fazer o que?
Bom, pra minha felicidade esta segunda feira pude ir pra água e tava bom pra carValho!!!
Consegui errar o angulo da camera...bueno, amanhã eu acerto isso!!!
Estes são frames de hoje, num mar bacana no lugar de sempre!
Costumo dizer aos amigos mais próximos que pegar onda é
minha bóia e, simultaneamente, minha âncora.
O cheiro da maresia, o roçar da areia na sola do pé, o sol
no rosto no despertar da manhã, o coração batendo acelerado nos dias grandes, o
prata dos dias cinzas que confunde os olhos entre onde acaba o céu e onde
começa o mar são alguns dos motivos que me fazem levantar diariamente. Sair de
casa contente, satisfeito com o que tenho e com o que escolhi pra minha vida.
Porém, a instabilidade das ondas e o quão volátil elas se
apresentam refletem diretamente no meu dia a dia, no meu humor e na minha
disposição. Por vezes, a exaustão física de horas dentro do mar basta para
pouca motivação em outras atividades e serve como pretexto para a falta de interesse
em assuntos não relacionados ao balanço do oceano. A imprevisão constante do
futuro a curto, médio e longo prazo definido pelas eternas variações das marés
e ondulações conflitam diretamente com a vida em terra firme.
Fazer o que? Escutei uma vez que o melhor caminho para o equilíbrio
é o caminho do meio. Pois que seja, como malabaristas circenses seguimos desfrutando na corda bamba!
Nesta publicação frames de um dia destes, num lugar especial, num mar divertido
que fez eu sair da cama ainda escuro...mas, o que te move mesmo?
O
mar mostrou sua graça, as ondas finalmente apareceram! Com elas o vento...
Tivemos
uma boa ondulação em Florianópolis nestes últimos dias, porém balançada pra
caramba devido ao “maral” insistente.
Sem
problemas, seguimos pacientes à espera dos dias mágicos, afinal, este lugar é
ou não é a Ilha da Magia?
Sabemos que sim...
Hoje
compartilho uma imagem de arquivo feita no fim do ano passado pela bodyboarder
Rafaela Cardoso, mãe da linda Nalu e esposa do bruxo “voadorzim” Rodrigo “Gugu”
Rocha.
Também
publico duas fotos tiradas recentemente na minha casa e que, pra mim, significam
muito neste tempo todo dedicado às ondas e ao bodyboard.
A
primeira com o amigo de infância Gustavo Leal. Ele era um dos “ponta firme”
pra pegar um “latão” em Porto Alegre nos finais de semana e tocar pro litoral norte
gaúcho. Com chuva, sol, tempestade ou neve na serra a gente se divertia
bastante! Não tínhamos nível técnico, não tínhamos grandes aspirações no
esporte, qualquer pão com banana ou miojo dava energia pra encarar as friacas e
ressacas dos mares do Rio Grande do Sul. BONS TEMPOS AMIGO!!!
A
outra foto é com o “padrinho” Elmo Ramos. Lendário, guerreiro, “maluco” e mais
meio milhão de adjetivos não conseguiriam descrever o que este cara representa
para o bodyboard nacional. Como dizem os manezinhos aqui na Ilha, ÉS O CARA
NÊGO!!!
Começo de ano fraco de ondas em Florianópolis meus amigos.
Segura a nêga, salve-se quem puder, tirem as crianças e cardíacos da sala, guardem as cordas e ferramentas cortantes, a raça tá na seca e a síndrome do mar flat tá azucrinando por estas bandas!!!
Heheheheheheh
Palma, palma, não criemos cânico!
Aproveitem o sol, o mar, a família e os amigos.
Em um pequeno sinal de vida que o mar apresentou na semana passada pedi a um amigo uma traquitana* que ele desenvolveu para fixar uma câmera na testa.
Gostei do resultado, seguem abaixo alguns frames.
Abraço e muita calma nessa hora!
* entre outros significados este termo é utilizado no meio audio visual para designar maneiras de fixar uma câmera em diferentes locais.